Luz e Fótons: O Processo de Ascensão da Terceira para a Quarta Dimensão


Segundo a Física:

Energia é matéria. A luz é energia. A luz é uma radiação eletromagnética, possuindo as propriedades de onda e partícula. Um feixe de luz, como comprovou Einstein, são pequenos pacotes de energia, pacotes esses conhecidos como fótons.

Quanto mais fótons dentro de um feixe de luz, maior será o brilho e intensidade da luz. O fóton interage com os elétrons e núcleo atômico doisica átomo, sendo responsável por propriedades da matéria, tais como a existência e estabilidade dos átomos, moléculas e sólidos. O fóton é, em suma, uma partícula sem massa, que transmite movimento cinético ao átomo (elétrons envolta do núcleo atômico).

Na teoria eletromagnética, o campo elétrico da luz faz com que os elétrons livres e ligados (presos aos átomos, mais próximos do núcleo) do material vibrem com uma certa frequência; dependendo do tipo de material e da frequência da luz, os átomos podem ou não re-irradiar a energia da onda incidente. Se houver ressonância, o que ocorre para um dado material, numa frequência bem determinda, a energia da onda é totalmente absorvida e o material é opaco a luz. Por essa teoria, a cor dos materiais (os opacos, evidentemente.), é devida à re-irradiação dos elétrons atômicos e não os livres; os metais tem muitos desses elétrons livres, e é por isso, que eles tem o brilho característico. O vidro é um bom exemplo de material que é transparente a luz, pois a energia luminosa é muito pouca absorvida pelo mesmo, e assim, o atravessa.

No contexto quântico, a luz é composta por fótons, e os mesmos transmitem energia e movimento  (quantidade de movimento) aos elétrons dos materiais. Os alarmes, portas de bancos e outros dispositivos funcionam devido ao efeito fotoelétrico, o qual foi observado por Hertz, quando este comprovou a existência das ondas eletromagnéticas. O fenômeno foi explicado por Einstein, quando o mesmo supôs que a luz e todas as outras ondas eletromagnéticas eram compostas de partículas (para a luz foi dado o nome de fóton.)

Nessa teoria, os fótons se chocam com um único elétron e este absorve totalmente a energia dos fótons. Ainda, a energia de cada fóton depende da frequência da radiação que o transporta.


Considerando esses postulados científicos, podemos compreender que a matéria ou principio material em dimensões ou planos mais sutis e menos densos do que a terceira dimensão, é composta por átomos com maior quantidade de elétrons livres, a luz nessas dimensões tem uma quantidade maior de fótons e cada um desses fótons tem uma freqüência de radiação maior, permitindo que ele possua mais energia e que por isso mesmo transmita essa energia ao principio material através dos elétrons livres.

Dessa forma, o movimento dos elétrons envolta do núcleo se torna mais acelerado, sem que sua estabilidade seja comprometida. E com esse movimento mais acelerado e a capacidade de reter maior quantidade de energia, o átomo e a matéria podem então suportar em seu centro (ainda não conhecido pela atual ciência e composto de fluido universal) uma quantidade maior de fluido universal. 

É exatamente essa maior quantidade de fluido universal fusionada ao centro atômico (e consequentemente uma menor quantidade de principio material, sendo essa menor quantidade com maior capacidade de armazenar energia) que permite uma matéria mais etérea e vibrante em dimensões ou planos mais sutis.

Dentro do fóton existe fluido universal, quanto maior for a frequência de vibração desse fluido universal dentro do fóton, maior será sua radiação, maior energia ele terá em seu interior e por consequência mais brilho esse fóton terá, assim como será mais vibrante e etéreo.

É através desse processo que a matéria ou principio material do plano material terrestre começará a gradativamente ficar mais etérea, e vibrará no mesmo nível vibratório da matéria que existe atualmente no plano astral mais inferior (mais referências sobre dimensões e planos no link ao final desse texto).

Numa das reuniões que pude participar do Dr Fritz, ele nos relatou, em pormenores, onde é o mundo que Jesus habita. Ele (Jesus) não possui mais corpo astral, se manifesta em corpo mental inferior, no plano mental, onde está localizado seu mundo.


Esse mundo está no centro da Via Látea e é em si praticamente um sistema, pois orbita ao redor de dois sóis e no seu mundo orbitam 24 luas de cores, tamanhos e funções diferentes. Possuem os habitantes aproximadamente 10 metros de altura, todas as construções e natureza são feitas da mais pura e cintilante luz. São espíritos livres, que viajam mentalmente por toda a Via Látea e desempenham funções em cada um dos planetas da nossa Via Látea, assim como Jesus desempenha junto a Terra.


Mas alguns poderiam perguntar: E no plano mental, existe forma?

Sim, no plano mental existe forma. No plano mental os espíritos se manifestam em corpo mental inferior, que assim como o corpo físico, o corpo etéreo e o corpo astral ainda possuem em sua contextura principio material. Já os corpos superiores e nos planos ou dimensões mais superiores ainda do que o plano mental, não existe mais principio material, mas tão somente fluido universal que é a mola propulsora, responsável por todo o movimento dos átomos que compõe o principio material.

A forma nada mais é como interpretamos mentalmente, de acordo com os sentidos que possuímos atualmente, a vibração do fluido universal agindo através da matéria.

Até o plano mental, necessitamos ainda do principio material envolvendo essa pura energia que é o fluido universal, que apresenta cor, brilho, cintilações e movimentos muito mais dinâmicos e belos do que qualquer visão ou percepção que pudéssemos ter com os olhos físicos ou com o “teceiro olho” (chacra localizado entre os dois olhos físicos) quando em desdobramento consciente.

Nos planos superiores, onde não existe mais o principio material, mas tão somente existe o fluido universal, nada é estático, tudo reluz, tudo vibra e a “forma” é percebida segundo sentidos mais depurados que o espírito adquire, acima da visão, do tato, do olfato, da audição, da gustação, muito mais do que por exemplo o mundo onde Jesus vive e a forma como Jesus capta e percebe a existência em sua volta.

Apenas como pálido nível de comparação, Jesus, que está muito acima evolutivamente de nós, mas ainda distante da evolução de um Cristo Planetário (que já não possui mais corpos inferiores), o mestre Jesus conhece cada um dos moradores do planeta Terra pelo nome. O potencial mental dele, dos seus sentidos, está muito acima do nosso.

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