A INFLUÊNCIA INDÍGENA NA UMBANDA - Por Ramatis



PERGUNTA: - Existem espíritos tupi-guaranis que são caboclos de umbanda: Tupinambá, Tupiara, Tupiaçu, Tupimirim, entre outros. Muitos ainda falam o nheengatu e pertenceram às tribos mais evoluídas do planeta. Como explicar uma civilização tão antiga falar um idioma considerado desenvolvido pela lingüística, inclusive se comparado com as línguas atuais?

RAMATÍS: - O som é pensamento, e a sonoridade verbal o expressa. As imagens mentais antecedem a idéia e sua verbalização. Somente espíritos de grande conhecimento poderiam se adaptar a um idioma como o falado pelos tupi-guaranis. Essa tribo "primitiva" não era monossilábica; e seu vocabulário era expressão das consciências espirituais extraterrestres, com os quais mantinham sintonia e de quem eram procedentes. No plano hiperfísico, atuavam os regentes dessa raça, espíritos de escol que vieram de Sírius para a Terra trazendo o intercâmbio com o mundo rarefeito interdimensional. Os espíritos que atuam na umbanda, descendentes do portentoso tronco tupi e originários dessa estrela distante (Sírius), são exímios mensageiros e viajantes astrais. Por detrás de suas práticas xamânicas (sopros, benzeduras, baforadas, ervas, mandingas e mirongas), estão alinhadas verticalmente no éter, numa outra dimensão vibratória, naves espaciais de outros orbes, preexistentes à formação de vosso planeta, que auxiliam na evolução humana.


PERGUNTA: - Como entender que essas culturas e civilizações foram do apogeu à decadência, se eram tão evoluídas, e por que estão na umbanda?

RAMATÍS: - A Terra não é destinada a ter uma raça dominante e uniforme. É natural que "blocos" de espíritos que reencarnam durante um período, numa determinada raça, fazendo-a evoluir, deixem de encarnar em uma forma e cor específicas para animar outras, instalando-se assim os ciclos de apogeu e declínio. Existiram várias etnias no orbe, e atualmente existe uma miscelânea racial no planeta. A diversidade da umbanda atrai esses espíritos por sua universalidade. Sendo um amálgama de todas as cores e formas raciais, é a mais universal das religiões e doutrinas mediúnicas da Terra; leva os homens fragmentados em sua relação com o Divino a um processo de unificação com Ele.


 (origem: A Missão da Umbanda- Ramatís/Norberto Peixoto - Editora do Conhecimento)

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